Não estava ausente, nem estava presente, estava dormente, contente, descontente, carente, esperando um ente, com dor de dente.
Às vezes idéias vem outras vão, mas no fundo sempre estão, em algum recanto da mente, ou será que a cabeça mente.
Bem a verdade é que a preguiça bateu, o corpo falhou e os olhos fecharam e mão não escreveu nada decente.
Peço desculpas pela simplicidade, pela falta de tato, pelo desgosto causado, pela incompetência somente.
Mas prometo regressar, mas de onde e para onde, provavelmente em uma onda de contos contentes.
Abraços aos que não me viram e saudades dos presentes.
